Better call saul realmente foi "BETTER"
8.7Nota
Atuações7.5
História9
Qualidade Técnica9.7
Votação do Leitor 2 Votos
8.9

Chegou o fim da primeira temporada do spin-off de Braking Bad, e estou aqui para fazer um review, SEM SPOILERS, lindo para vocês. Se caso não gostar você sabe pra quem deve ligar não é?

Confesso que antes de lançar Better Call Saul, pensava que a série realmente teria um tom de comédia, até porque muitas fontes falavam que seria bem humorada. Pois é, foi sim bem hilária, mas lembra o humor que a série do Walter White tinha nas primeiras temporadas com as trapalhadas do “Heisenberg” e Jesse Pinkman, bitch!

Por isso digo que não é uma série de comédia como vinham vendendo, mas sim um drama com as loucuras de Saul Godman

O humor é presente pelo tanto que o Saul Godman é azarado, porém tem um drama muito bem construído em que envolve seu irmão e toda a batalha do Saul, conseguir ser um advogado bem sucedido e de acreditar nas pessoas. A maneira de abordagem, propagandas estilo as que ele fazia na “Química do Mal” já são mostradas desde o começo que também reforçam o humor sarcástico da série.

E QUE COMEÇO…
Já de cara essa parte aqui será uma sinopse para mostrar vocês que sim, vale a pena ver a série. Simplesmente vemos o Saul Godman querendo reviver o passado após ver um vídeo que o fez lembrar de como tudo começou. Ah, isso depois dos acontecimentos de Braking Bad! Essa cena é rápida e mostra pouco, mas já faz um link muito legal com a série que o tornou famoso e isso me fez sentir no clima novamente de Alburqueque!

A série mantém o mesmo padrão de detalhes, até com uma qualidade extremamente absurda de definição. No meu caso estou vendo no Netflix, isso mesmo Netflix, depois volto para falar disso, a resolução chega a ser em Full HD sem ficar aqueles pixelados de quando força o FHD.

NETFLIX
Oportunista como sempre, o novo “canal” de TV que fascinou até o Silvio Santos, trouxe a série de forma incomum para o Netflix, sem ser no esquema de lançar todos os episódios de uma vez. Como a AMC é a produtora da série, a parceria foi de forma que um dia depois já estava o episódio no catálogo do Netflix, que foi um dos principais meios que tornou Breaking Bad muito mais conhecido.

Logo, essa parceria caiu como luva para as duas empresas com conteúdo exclusivo para ambas as emissoras, e melhor, não precisa de esperar anos para ver no Netflix e neim morar nos EUA para assistir a AMC.

DOS GAMES PARA A TV
Algo que me surpreendeu logo de cara foi ver atores que fizeram personagens icônicos nos games como o Vazz um dos vilões do Far Cry 3, se não o mais emblemático, e o Trevor de GTA V. Ambos fizeram sucesso nos games e assim que o vi na série, urrei e compartilhei ficando com aquele sentimento de satisfação do reconhecimento dos caras.

As vozes, os três jeitos tudo estava presente na atuação deles mesmo que tenha sido rápida, mais um ponto para Saul Godman. Veja os vídeos dos dois, sem spoilers.

MANTENDO AS ORIGENS

Uma coisa importante foram a volta de Vince Giligan que criou Braking Bad e também o Better Call Saul. Mantiveram a mesma estética porém melhorada, com posições de câmeras e detalhes que tornou “A Química do Mal” icônica. Outra “volta” foi o personagem Mike, contando também um pouco mais sobre o passado do velho faz tudo do Saul Godman. Ah quase esqueci de um vilão do BB, mas não vou falar quem para não estragar a surpresa, apesar de que aparece logo no primeiro episódio.

Por isso digo que não é uma série de comédia como vinham vendendo, mas sim um drama com as loucuras de Saul Godman que é um cara irreverente, com escolhas bem malucas e apesar de tudo um homem do bem, ou até começar a cantar Smoke on The Water.

Fica aí a dica, assistam pois vale a pena e será que teremos o final da série com Saul Godman vendo o final de Walter White? Não sabemos, mas fique sempre ligado no nosso grupo do facebook (clique aqui), em nosso site, curta nossa página (clique aqui), assine nosso podcast (clique aqui), pois sempre estaremos indicando e informando sobre muita coisa da cultura pop…ou não!